Prémios Design 2010: Júri

Júri

O júri é composto por cinco profissionais reconhecidos na área do design comunicação e será presidido pela directora do jornal Meios & Publicidade, Carla Borges Ferreira, que apenas exercerá o seu direito de voto em casos de empate.

Hélder Pombinho, Brandia Central

Licenciado em Design de Comunicação, pela Faculdade de Belas Artes de Lisboa, em 1996. Começou a carreira na Euro RSCG Design em 1997, onde foi director criativo desde o ano 2001. Da sua experiência na criação e gestão de marcas constam exemplos como: UEFA Euro 2004, TMN, Continente, Montepio, Banif, Logo Seguros e mais recentemente UEFA Euro 2012. Na lista de clientes que já trabalhou contam-se UEFA, EXPO 98, PT, TMN, Cabo VerdeTelecom, Continente, Nestlé, Lactogal, Central de Cervejas, Jogos Santa Casa, Banco BEST, Montepio, Região Autónoma da Madeira, ICEP e Câmara Municipal de Lisboa, Zippy, Modalfa entre muitos outros. Lidera, desde Novembro de 2006, a equipa de Brand Design da Brandia Central.

Paulo Campos Costa, EDP

Paulo Campos Costa tem 44 anos. É licenciado em Direito e pós-graduado em Propriedade Intelectual e Direitos de Autor pela Universidade de Lisboa. Em 1988 começa a trabalhar na RTP – Rádio Televisão Portuguesa como Jornalista. Em 2002 integra os quadros da Galp, onde é responsável pela comunicação com os media em Portugal e Espanha. Em 2004 integra a Comunicação Corporativa da PT. Mais tarde exerce funções de adjunto de imprensa do ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicação do Governo. Em 2006 ingressa na EDP onde é actualmente Director de Marca e Comunicação do Grupo tendo a coordenação das geografias de Portugal, Espanha, Brasil e Estados Unidos.

Paulo Rocha, Ivity Brand Corp

Paulo Rocha estudou Design e Comunicação em Lisboa, no IADE. Em 1985, foi um dos fundadores da Novodesign/ Brandia – a empresa de branding mais premiada de sempre, em Portugal – onde ocupou o cargo de administrador e CCO até finais de 2005. Ao longo de 25 anos, conduziu centenas de projectos, dos quais se destacam algumas das marcas mais relevantes em Portugal, como o Multibanco, a Telecel/Vodafone, a Yorn, a Galp, Energia, a RTP, a Tv Cabo, os CTT, a TAP e, recentemente, Leya, Sata e Sonae. Conquistou dezenas de prémios pelo seu trabalho criativo, dos quais se destaca o The World’s Best Pre-Paid Product com a Vitamina Telecel/Vodafone. Tem participado como orador em múltiplas conferências e como Júri de prémios nacionais e internacionais de design. É co-autor do livro Brand Taboos, uma visão profunda e irónica sobre os segredos por detrás das marcas. Em Janeiro de 2007 funda, com Carlos Coelho, a Ivity Brand Corp, consultora internacional de criação, inovação e gestão de marcas que já conquistou mais de 40 prémios.

Pedro Patrício, Wiz Interactive

Nasceu em Outubro de 1967. Descobriu na António Arroios que até gostava de Design e de Comunicação. Acabou a “escolinha” e descobriu que os computadores permitiam fazer coisas engraçadas. Aplicou-os ao design. Passou pelo INESC e resolveu saber como se geriam sistemas de Informação. Divertiu-se durante um ano. Resolveu saber algo mais sobre Escrita Interactiva na Aula do Risco. Depois resolveu ir para o ISCTE e dedicar-se à Sociologia. Durou três anos. Passou pelo Grupo PT (Portugal Telecom e Telepac) onde descobriu que a Comunicação passava pelos suportes digitais que realmente lhe interessavam. Entretanto trabalhou como freelancer (na área digital e não só) para diversas agências de comunicação. Em 1998 fundou a Wiz Interactive “and i’m proud of it”.

Sónia Matos, Público

Sónia Matos é directora de arte no jornal Público desde Janeiro de 2006. Desenvolveu, com Mark Porter e Simon Esterson, o redesign total do jornal e respectivos suplementos. Anteriormente trabalhou no Diário de Notícias e mais tarde foi directora de arte no O Independente, onde começou em 2001 como designer. Neste semanário desenvolveu o design de alguns dos seus suplementos. O seu trabalho tem sido reconhecido com vários prémios da SND (Society for News Design) e em 2009 o Público ganhou o Lápis Amarelo pela D&AD.

A decisão do júri é soberana e definitiva e não poderá ser sujeita a recurso.